domingo, 13 de janeiro de 2013

Descobrindo os rastros...

Relembrando o passado, os acontecimentos vindouros me fazem crer que de um certo modo a vida tem que correr de uma forma coesa! Nada de bagunça aqui!!!
As expressões mundanas andam me deixando ruborizado, afinal, o rubor me faz crer que nada na vida tem um sentido específico, mas que, existem inúmeras formas de se viver e ser feliz ao mesmo tempo!
Foi-se o tempo em que os homens davam valor aos homens! Foi-se o tempo em que conseguir fogo era a maior conquista da vida de um homem! Hoje, depois dos setenta anos de idade, ter fogo é a maior conquista!
A esperança inabalável, infinita e além que existe dentro de mim me faz crer que nada está para mim e nem eu estou para nada. Afinal, sou um finito conjunto celular que forma um corpo, uma alma e um coração mundano que se apaixona pelos menores e piores prazeres... E sofre... E sofre... E sofre...
E ali, quando olhei, percebi, que nada havia, mas ali estava, fiquei confuso, consumi-me, encontrei-me, espalhei-me pelo chão, mas não havia chão! Que era aquilo? Um céu?! Um inferno? Não, aquilo era eu!
Labores infinitos, dissabores atrozes, palavras afiadas e ardores em prol de um único sentido, uma única, pura, sensível e apaixonante maneira de ser...
A palavra que diz que nada está certo, mas que brinca ao achar que está errado. Aquele que sonha acordado e que dormindo faz coisas que acordado não conseguiria fazer, mas que continua andando pelo caminho sem volta da vida...
Lindo, lendo e lento e leva a lida lenta ao luar ao léu...
Inspira as estrelas em ocupar o maior espaço possível! Causa inveja aos planetas, por ter ao seu redor as luas que todos queriam... Atrai astros... Tem ímã, é joia, é pedra, é gema, é ele... É...
De cor, sabor, pimenta, azedo, doce, amargo, azul, amarelo, branco, vermelho, quiçá rosa! Sonha diverte, apaixona, sofre, dança, ri, bebe e faz, tudo, todos...
Intrinsecamente falando, se deixa levar pela suave batida do tilintar das taças, amores sem fim, amores sem fim, que findam quando o dia nasce e a noite se vai, se esvai, sai...
Óh, revelei-me a ti? Será? Já soube?! Te espero enquanto for necessário. Te espero enquanto for possível sorrir, sonhar, dormir, gozar, o possível pode ser feito ao teu lado, somente ao teu, nada mais... Você, eu, nós...

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